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Recursos do Navegador : Página Inicial / Favoritos /Limpeza de Histórico /Navegação Anônima.

 

 

 

Revisão Internet – Projetto

1º ) O que é Internet ?

2º)Cite o que você costuma fazer na internet no seu dia a dia

3º)Qual a diferença entre as siglas http e https?

4º)Explique as diferenças entre Download e Upload

5º)Como saber se a velocidade da internet está de acordo com o contratado ?

6º)O que é E-mail?

7º)Qual a diferença entre responder e encaminhar um E-mail

8º)Como Anexar arquivos em um  E-mail

9º)O que e SPAM

10º)O que e Cookie

11º)Como alterar a pagina Inicial

12º)Qual a utilidade de marcar um site como favorito

13º)Como limpar o Histórico

14º)Como configurar o navegador para limpar automaticamente o histórico e não deixar “rastros de navegação no Browser)

15º)O que é Cache de Internet ?

16)Cite 3 tipos de navegadores :

17º)Cite ao menos 1 sites do tipo :

Portais :

Compra:

Busca :

Download :

Redes Sociais :

Público :

18º)Cite os recurso do Google utilizados para localização (mapas , rotas e etc , e fazer cotações de preços )

 

Professor Rogério Barbosa

Garota de 11 anos cria clube para ensinar outras jovens a programar


É um fato: os homens são maioria em basicamente todos os setores da tecnologia. Uma garota de 11 anos, no entanto, tenta lutar contra esta tendência. Ava Brodie, uma jovem americana já tem um domínio considerável de programação e quer ser uma inspiração para outras garotas de sua idade.

A garota gostaria de criar um clube exclusivo para outras meninas de sua escola a participar de aulas para ter contato com a criação de jogos e programação, com aprendizado das linguagens Python e Ruby.

Ava vê a diferença entre gêneros já entre as crianças de sua idade e por isso quer incentivar as meninas de sua idade. “Os garotos têm coisas em que eles se interessam mais, como videogames, e pensam ‘eu posso fazer um desses de verdade’”, explica ela, apontando a falta de incentivo similar no sexo oposto.

Reprodução

O interesse no projeto da jovem foi tão grande que ela chegou a participar do Tech Superwomen Summit, evento para que mulheres do mundo da tecnologia discutissem sua participação no mercado e como fazer o gênero feminino ser uma parte maior do ramo.

O mercado é majoritariamente masculino, sim, mas na ocasião, ficou retratado que Ava Brodie combate uma das adversidades das mulheres em tecnologia, alimentando o interesse em tecnologia, mas esta não é nem de longe a única barreira. Todo o caminho é adverso, começando pela educação nas escolas, passando pela a quantidade de mulheres que desistem do diploma em ciência da computação ou abandonam o campo de tecnologia, assim como a questão de mulheres que criam suas próprias empresas mas encontram mais dificuldades para conseguir financiamento e apoio, explica Kimberly Bryant, fundadora do Black Girls Code.

Mas Ava enxerga a situação de uma forma mais inocente. “É muito simples. Eu quero que todos entendam que quase tudo é baseado em tecnologia, mesmo quando você está apenas fazendo seu dever de casa em seu computador”, explica ao Daily Dot.

“It’s so simple,” she said. “I want to get people to realize that almost everything is based on technology, even when you’re just doing your homework on the computer.”

fonte:http://olhardigital.uol.com.br/noticia/garota-de-11-anos-cria-clube-para-ensinar-outras-jovens-a-programar/47617

A barreira a ser superada pelo profissional de segurança da informação: o poder do sim

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Entender e se colocar no lugar do cliente é o que diferencia os mais destacados profissionais de segurança da informação.

O profissional de Segurança da Informação (SI) busca antecipar problemas, sugerindo e implantando controles que evitem danos à imagem da empresa, perda de dinheiro e fraudes, acesso indevido a informações restritas e confidenciais e indisponibilidade no acesso à informação.

Em tempos onde boa parte do dinheiro flui em meios digitais, as informações trafegam majoritariamente por meio eletrônico e quase tudo o que nos circunda está conectado à internet, cabe à segurança da informação resguardar a credibilidade deste mundo cada vez mais conectado.

O objetivo deste texto é entender os desafios típicos enfrentados por um profissional de SI, entendendo os conhecimentos técnicos necessários, mas o nosso foco principal foco está no perfil comportamental, ou seja, entender o que de diferente um profissional de SI deve fazer para fazer para ser reconhecimento como excelente.

Desafios típicos enfrentados

Os profissionais de segurança da informação, são usualmente agrupados em áreas do conhecimento:  Segurança de Infraestrutura, Segurança de aplicações, Operações, Governança e gestão.

Dependendo do porte da empresa, o profissional de SI atua definindo as regras técnicas ou de negócio a serem implantadas e/ou implantando tais regras nos ativos tecnológicos que as suportam. Usualmente, em grandes corporações o profissional de SI tem mais um viés de definir e auditar, enquanto que em uma empresa de pequeno ou médio porte este profissional define e implementa. Um caso típico é o firewall. Em grandes corporações o profissional de SI recebe a solicitação para, por exemplo, liberar uma porta de acesso a internet, neste caso ele a analisa e autoriza (se for o caso) para que a equipe de suporte a redes a implemente. Já em empresas de menor porte, é comum este mesmo profissional receber a solicitação e além de analisá-la também colocar em prática.

O profissional de SI que tem atuação e conhecimento em Segurança de infraestrutura, enfrenta desafios ligados a:

  • Definição de arquitetura de redes;
  • Configuração e autorização de regras para firewalls, proxys, roteadores;
  • Configuração mínima de segurança (baseline) para sistemas operacionais, estações de trabalho, banco de dados e plataformas.
  • Gestão de patches de segurança;
  • Logs de auditoria;
  • Antivírus, antispyware e personal firewall;
  • Testes de invasão na infraestrutura.

O profissional de SI que tem atuação e conhecimento em Segurança de aplicações, enfrenta desafios ligados a:

  • Implantação das melhores práticas de desenvolvimento de software;
  • Análise e inspeção de código fonte;
  • Testes de invasão nas aplicações;
  • Gestão de plataformas de autenticação e autorização;
  • Análise de regras de negócio a serem implantados em aplicações;

O profissional de SI que tem atuação e conhecimento em operações de SI, enfrenta desafios ligados a:

  • Gestão de usuários, acessos e perfis;
  • Execução de tarefas operacionais de forma ampla, podendo envolver Implantação de patches; Aplicação de regras de firewall; Monitoração de logs e sistemas e redes e Análise em primeiro nível de incidentes;
  • Implantação de rotinas de automação (ex: bloqueio automático após anomalia na rede);
  • Análise crítica de solicitações internas (ex: liberação de acesso no firewall e proxy).

O profissional de SI que tem atuação e conhecimento em governança e gestão de SI, enfrenta desafios ligados a:

  • Políticas e normas de segurança da informação;
  • Auditorias;
  • Acompanhamento e gestão de indicadores com objetivo de minimizar o risco do ambiente de TI, como Evolução da quantidade de incidentes; % de estações de trabalho desatualizadas; % de aderência a política de segurança da informação; % de servidores com patch atualizado ou % de baseline aplicado no parque tecnológico.
  • Comitê de segurança da informação;
  • Campanhas de conscientização de segurança da informação.

O dia a dia do profissional de Segurança da Informação

O profissional de segurança da informação, do júnior ao sênior, já passou por um dilema simples: liberar ou não liberar o acesso a esta informação? Não importa se  através de um proxy, de um firewall ou qualquer outros dispositivo tecnológico que se sirva a filtrar acessos. Se você é da área de segurança da informação, reflita um pouco e pense: de cada 10 solicitações para quantas eu disse não? Se você não é da área de segurança da informação, mas já demandou esta, pense também: de cada 10 solicitações que fiz, quantas foram plenamente atendidas?

Tenho a audácia de dizer que 6 ou mais solicitações foram completamente ou parcialmente negadas, sejam estas nas áreas de infraestrutura, aplicações, operação ou governança logo em sua primeira tentativa e só depois de uma boa dose de conversa e de fazer o solicitante “ajoelhar no milho” é que este número acabou abaixando para algo como 3 ou 4 solicitações negadas em cada 10.

Profissionais de segurança da informação não negam solicitações porque gostam. Tudo bem, admito, lá no fundo a gente acaba se sentido o dono da verdade (aqui me incluo) e sentindo uma pitadinha de orgulho ao ter argumentos que justifiquem o não, mas analisando profundamente a situação, porque dizemos tantos nãos? O motivo é relativamente simples: evitamos problemas e assim não precisamos no futuro  – que pode nem existir – que alguém descarregue uma acusação assim: “mas isso foi liberado pelo pessoal de segurança da informação”. Portanto, nada mais cômodo do que dizer o não e buscar 1 milhão de justificativas e explicações para embasá-las, certo?

Este é o comportamento da maioria de nós, mas o que buscamos aqui, é encontrar as moscas brancas, aqueles profissionais que compõem os 10% a 20% que se destacam e acredito que você esteja buscando estar inserido neste contexto, certo? Mas afinal, o que um profissional de segurança da informação precisa para se destacar? Vamos separar em duas frentes, uma técnica e outra comportamental.

Áreas de conhecimento técnico necessárias

Um bom profissional de segurança da informação pode ser especialista e profundo conhecedor de uma área, tal como segurança de redes e todos os seus dispositivos e proteções como firewallproxy, filtros em camada e muitos mais, ou também ser generalista, conhecendo os conceitos e eventualmente dominando uma área de forma mais ampla, transcorrendo em assuntos diversos como segurança de aplicações, políticas e normas, criptografia e muito mais.

Muito provavelmente, assim como acontece em todas as profissões, serão as oportunidades que aparecem em seu caminho que o tornarão um profissional especialista ou generalista. Assim, se você for convidado para trabalhar como engenheiro de software de uma empresa tradicional no mercado de firewall, muito provavelmente você desenvolverá um perfil mais especialista e se você for convidado para trabalhar no setor de suporte de uma pequena ou média empresa, terá a chance de ser um profissional que desenvolverá características mais generalistas.

Obviamente, por iniciativa própria, para atender aquilo que gostamos, podemos buscar nos estudos (sejam estes formais, em escolas, ou mesmo de forma autodidata) nos desenvolver através do caminho que melhor nos agrada.

Posso dizer que o mercado tem espaço para qualquer um dos perfis profissionais – infraestrutura, aplicações, operações e governança. O que as empresas buscam são aqueles profissionais que gostam do que fazem, que buscam a cada dia se aperfeiçoar mais e principalmente, que tenham um perfil comportamental conectado aos valores do negócio. Quando digo “as empresas buscam”, não me refiro aqui exclusivamente a recrutamento de novos colaboradores, me refiro também a promoções internas. Portanto, se o técnico pode ser aprendido estudando, se dedicando, acumulando anos de experiência e devoção ao que de fato se ama fazer, como é possível desenvolver o lado comportamental?

O comportamento desejável

Você deve estar se perguntando afinal: “o que devo desenvolver para pertencer aos 10% a 20% que são o destaque da empresa?”, a resposta, caro colega, é simples: busque o sim! Exatamente isso: busque dizer sim para tudo! 100% do que lhe for demandado. Isso para nós, profissionais de segurança da informação, é o maior desafio que precisamos enfrentar no dia a dia. Como vimos, o ‘não’ é confortável, evita problemas, mas também, em sua boa parte não leva em consideração o seguinte: se alguém está lhe pedindo algo, é porque precisa daquilo e se precisa, muito possivelmente é porque é importante para a cadeia do negócio que aquele profissional suporta ou é responsável, portanto, ao dizer não, você está protegendo o negócio, mas em contrapartida está fazendo que este mesmo negócio caminhe de lado ou mesmo caminhe para trás! Nós, é claro, profissionais de segurança da informação, estaremos sempre convictos: o não é o mais importante, afinal o que seria da empresa se ela fosse invadida para atender um “simples” pedido de um usuário que poderia fazer as coisas do jeito certo?

O desafio aqui é encontrar o sim que seja bom tanto para a segurança das informações quanto para o próprio cliente. Assim, se a área de marketing demanda acesso a uma gama enorme de sites que o seu filtro de conteúdo bloqueia, porque dizer não a ela? Entenda a necessidade, reflita junto com o demandante e encontre soluções que diminuam consideravelmente o risco para o negócio, como por exemplo, liberando o acesso apenas a um grupo restrito e com controles mais rígidos de segurança em seus microcomputadores, exemplo: criando redes segregadas, instalando firewalls pessoais, etc.

Note que dizer sim dá trabalho, faz pensar, investir muito mais tempo do que quando você diz não, mas o que queremos aqui não é trabalhar menos, o que queremos aqui é ser diferente, é encontrar a solução para o cliente e para o negócio certo? Assim, este profissional de segurança da informação que disse sim, pensou: “eu entendi que a área de marketing precisa desenvolver campanhas diferentes e precisa de acesso a sites com conteúdo mais pesado, mais arriscado, mas que se não for assim, eles não terão os insumos necessários para produzir algo que seja de fato bom para a empresa”.

Obviamente o exemplo citado é simples e corriqueiro, cujo a implantação é relativamente simples, mas pense agora em mais um outro cenário, cujo exemplo costumo citar sempre em minhas conversas e que a meu ver é o que faz a diferença entre o profissional que pensa no sim e o que pensa no não:

A empresa hipotética “Primeiro-Em-Tudo”, maior empresa de comércio eletrônico do mundo possui um sistema de compras que hoje já foi “copiado” pela maior parte dos sites de comércio eletrônico, o conceito é simples: “Compre com 1 clique”. Imagine a briga que isso deve ter gerado dentro da “Primeiro-Em-Tudo” quando o departamento de vendas trouxe esta demanda, dentro da sala os profissionais de segurança da informação ficando vermelhos de raiva com a solicitação (eu ao menos ficaria) e dizendo logo de cara que aquilo iria resultar em milhões de perda em fraudes. Pois bem, o sistema está aí, deve gerar sim alguns problemas e perdas financeiras, mas em sua imensa maioria, só gera benefícios pois atinge um ponto crucial no processo de vendas que é a facilidade em comprar, ou seja, não precisar digitar o número do cartão de crédito todas as vezes que você precisa fazer uma nova compra e afinal, qual foi a grande sacada da solução? Simples: desde que o endereço da sua última compra não seja alterado, você poderá usar o “Compre com 1 clique”. Veja o quanto isso é poderoso: uma ideia para aumentar as vendas, que poderia ter morrido por causa do atalho em dizer “não”, simplesmente virou uma alavanca que rende milhões a empresa “Primeiro-Em-Tudo” exatamente pelo fato que todos focaram na busca pelo sim.

Obviamente os 100% das situações em que você disse sim reduzirão em alguns momentos, mas o diferencial aqui é que o cliente precisa estar convicto que aquilo que ele pediu de fato merece um não, mas esta convicção, não deve ser uma briga entre a justificativa do profissional de segurança da informação e o demandante, mas algo, que pelo esgotamento da busca pelas alternativas em buscar o sim, levou, inevitavelmente e com completo aceite do demandante a um não. O “não” aqui, não deve ser motivo de satisfação e nutrição do ego do profissional de segurança da informação, por ter “vencido” a batalha por uma solicitação que desde o início ele tinha convicção que não deveria seguir, o “não” deve ser motivo de tristeza e me atrevo a dizer, deveria compor um indicador que causaria frustração a quem o acompanhasse e o tivesse como meta. Imagine a área de segurança da informação com um indicador destes: “quantidade de solicitações negadas” e que a melhor nota seria 100% e a pior 0%, quanto mudança de paradigma, não é verdade?

Conclusão: O comportamento e o conhecimento técnico

Podemos então concluir que comportamento é mais importante que o conhecimento técnico, afinal investi inúmeros parágrafos para exemplificar “bons comportamentos” e poucos para descrever o conhecimento técnico, mas isso, em absoluto, não é verdade.

Só consegue dizer sim, de forma robusta e segura para a empresa aquele que tem profundos conhecimentos técnicos em si ou em sua equipe, afinal dizer sim, envolve gerar ideias, conhecer a rede tecnológica da empresa, seus aplicativos, sua cultura e muito mais, ou seja, dizer sim, requer conhecimento técnico assim como predisposição.

Busque sempre conhecimento e tenha sempre o coração aberto para as demandas que cheguem até você, me atrevo a garantir que além de mais valorizado pela sua empresa e pelo mercado, você também será mais feliz!

Professor autor: Paulo Gontijo

Plantas inteligentes, pessoas burras, o LHC brasileiro: na SUPER digital

Plantas inteligentes, pessoas burras, o LHC brasileiro: na SUPER digital
Leia a SUPER de outubro agora mesmo, no seu celular – e tenha acesso ilimitado a todas as edições dos 31 anos da revista.
Por Da redação access_time 28 set 2018, 18h57 – Publicado em 28 set 2018, 18h28 chat_bubble_outline more_horiz

A ERA DA BURRICE

Você já teve a impressão de que as pessoas ficaram mais burras? Talvez não seja só impressão.

Discussões inúteis, intermináveis, agressivas. Gente defendendo as maiores asneiras, e se orgulhando disso. Pessoas perseguindo e ameaçando as outras. Um tsunami infinito de informações falsas. Reuniões, projetos, esforços que dão em nada. Decisões erradas. Líderes políticos imbecis. De uns tempos para cá, parece que o mundo está mergulhando na burrice. E provavelmente esteja mesmo: estudos realizados com dezenas de milhares de pessoas, em vários países, revelam algo inédito e assustador: a inteligência humana começou a cair.

BIOHACKING Entrego o meu robe a Michael Marguiles, dono da empresa NYC Cryo, e fico praticamente nua dentro de um cilindro de metal. Sai um vapor pela parte de cima dele, como se fosse gelo seco. Michael me diz para não ficar nervosa, mas eu fico. Três anos atrás, uma mulher morreu durante uma sessão de crioterapia num spa de Las Vegas. A polícia acredita que ela tenha aspirado nitrogênio demais, desmaiado e congelado até a morte.

Michael fala muito, chega a parecer que ele é quem está nervoso. “Os benefícios da crioterapia são: ela reduz a inflamação, estimula a recuperação de lesões e auxilia você a dormir melhor”, diz. “Também ajuda a combater a depressão, e queima de 400 a 800 calorias por sessão.” Não sei nem se isso é possível. Mas a crioterapia é intrigante. Ela é um dos chamados biohacks – tratamentos médicos de vanguarda que prometem benefícios radicais à saúde, ao bem-estar mental, à produtividade e à longevidade. Testei seis deles

FAÇA-SE A LUZ
Entenda o que é e como funciona o acelerador de partículas Sirius – a fábrica de luz de 1,8 bilhão de reais que vai revolucionar a ciência brasileira.

“A gente tinha uma margem de erro de 5 milímetros”, me diz um senhor de óculos retangulares. Ele aponta para um buraco na parede.

“E o que o operário achou disso, na hora de fazer o furo?”

“Ah, ele chorou, né?”

Eu poderia dizer que Walter Marchesini Jr. é engenheiro de automação – mas importante mesmo é dizer onde.

Walter trabalha no maior acelerador de partículas do Hemisfério Sul, localizado em Campinas, a 100 km da capital paulista. Lá, ele me explicou, absolutamente tudo foi feito com uma precisão absurda. Dos buracos na parede ao chão. O piso de concreto tem 1,5 m de espessura, mas é tão plano que, ao longo de sua extensão, o maior desnível é de menos de 2 centímetros. A temperatura do ar-condicionado flutua no máximo 0,1 ºC. A água e o esgoto passam pelo encanamento sem causar a mínima vibração – todos os canos são apoiados em molas, e têm calibre maior que o necessário, para manter o ambiente imperturbável.

Essa precisão toda não é mero capricho. O acelerador, de R$ 1,8 bilhão, é a empreitada mais ambiciosa – e cara – da história da ciência brasileira.

A INTELIGÊNCIA SECRETA DAS PLANTAS

Elas têm vidas paralelas. Fazem fofoca, planejam vingança, querem fazer sexo – e podem se tornar guardiãs da sua casa no futuro

Elas não têm um mísero neurônio. Jamais completarão um teste de QI. Mas não há dúvidas: evolutivamente falando, as plantas estão entre os seres vivos mais inteligentes da Terra. Por trás da aparência imóvel, imperturbável – quase blasé perante a intensidade do mundo animal –, está uma vida secreta e extremamente complexa que o reino vegetal foi capaz de desenvolver sem tirar os pés do chão.

Plantas não assinam contratos nem tecem acordos, mas aprendem a dividir recursos e mediar os conflitos que surgem com a vida em sociedade.

Elas nunca aprenderam matemática, mas são experts em resolver problemas. Jamais apanharam no recreio, mas sabem como ninguém planejar uma vingança – e até como desequilibrar uma briga com a ajuda de amiguinhos mais fortes.

Das mais altas figueiras às pequenas suculentas que você cultiva no vaso, todas as plantas são máquinas de vigilância constante. Cada folha e raiz c0labora para uma análise detalhada do ambiente, capaz de captar sinais que os nossos sentidos jamais teriam condição de perceber.

Aqui você vai conhecer as criações mais sublimes da inteligência vegetal: de idiomas próprios até mecanismos ocultos que permitem guardar lembranças do passado. Então não fique aí plantado: leia até o fim.

OS SEGREDOS DO QUEIJO CANASTRA

Ele quase caiu no esquecimento, e agora está ganhando o mundo. Entenda a ciência e as polêmicas por trás desse queijo artesanal.

Na Serra da Canastra, sudoeste mineiro, a força da natureza é uma expressão sólida como o quartzito que forma o chão do lugar. A região abriga tantas nascentes que cientistas definem o lugar como uma gigantesca caixa d’água. Mais de 200 cachoeiras se misturam a uma vegetação de árvores baixas, marcando a fronteira entre o Cerrado e a Mata Atlântica.

Às margens dos ribeirões, os municípios de São Roque de Minas, Piumhi, Vargem Bonita, Tapiraí, Medeiros, Delfinópolis e Bambuí se destacam pela produção artesanal de queijo. Essas sete cidades formam um circuito em que cerca de 800 famílias fazem um dos melhores queijos do mundo.

E MUITO MAIS, CLARO

 

Fonte:https://super.abril.com.br/ideias/plantas-inteligentes-pessoas-burras-leia-agora-na-super-digital/

HTMl e CSS

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O html (Hyper Texto Markup Language) é a linguagem de marcação universal para criação e estruturação de sites para a Web , onde a formatação deve ser feita linha a linha com as TAGS necessárias para cada objeto.

A partír de 1994 de acordo com normas estabelecidos pela W3C um grupo de empresas de tecnologias para WEB e programadores criaram o CSS (Cascanding Style Sheet) com o objetivo de agilizar a formatação de todo o site de uma forma muito mais simples e de rápida compreensão com o intuito de padronizar sites e formatar várias páginas, elementos , tabelas , animações com um  número muito menor de linhas que se utilizando o HTML “puro” , hoje  utilizar  CSS é padrão para qualquer programador WEB.