Facebook não quer mais que usuários postem tudo o que fazem

Por Redação Olhar Digital – em 27/05/2014 às 16h05

 

 

Depois de cortar o compartilhamento automático do Instagram, o Facebook pretende reproduzir a atitude com todos os outros serviços e aplicações conectados à rede social. Com isso, devem sumir os posts que informam tudo o que se assiste, ouve, lê, cozinha… e por aí vai.

Desde 2012, quando o Open Graph foi anunciado, não param de pipocar atualizações de Netflix, Spotify, Pinterest, jogos, sites de notícias e muitos outros serviços – o Instagram, por exemplo, publicava todos os likes do usuário.

De um ano pra cá, o site percebeu que as publicações automáticas causavam confusão e eram mal vistas pelos usuários, tanto que eles as marcam como spam. O Facebook, então, decidiu diminuir a quantidade de posts compulsórios nos feeds e as denúncias caíram em 75%.

Isso incentivou uma mudança e, a partir de agora, o Facebook não apoiará os desenvolvedores que quiserem usar esse recurso. Curiosamente, a decisão vai contra o ideal de Mark Zuckerberg, para quem os usuários gostariam de informar os contatos sobre tudo o que estivessem fazendo.

fonte:http://olhardigital.uol.com.br/noticia/facebook-nao-quer-mais-que-usuarios-postem-tudo-o-que-fazem/42237

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Nem tudo é o que parece! 49 fotos que farão você olhar duas vezes para saber o que está vendo

Algumas delas são tão perfeitas que a gente precisa olhar uma, duas, até três vezes para sabero que realmente está acontecendo.

Divirta-se. 😉

A 1ª foto já me fez olhar 3 vezes…

Melhor olhar duas vezes (1)

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Calma, calma! Isso é um site de família. 🙂

Melhor olhar duas vezes (2)

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Ela não tem pernas? Opa…

Melhor olhar duas vezes (3)

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Melhor olhar duas vezes (4)

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Melhor olhar duas vezes (5)

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Ok, essa foto deu um nó na minha cabeça…

Melhor olhar duas vezes (6)

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Que isso gente?

Melhor olhar duas vezes (7)

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Fica tranquilo que não é nada demais, hehehe.

Melhor olhar duas vezes (8)

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Melhor olhar duas vezes (9)

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Melhor olhar duas vezes (10)

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Melhor olhar duas vezes (11)

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Dois em um?! o________O

Melhor olhar duas vezes (13)

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Melhor olhar duas vezes (14)

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Melhor olhar duas vezes (15)

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Melhor olhar duas vezes (16)

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COMO?

Melhor olhar duas vezes (17)

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Melhor olhar duas vezes (18)

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Que braços enormes esse garoto tem… Opa, calma aí…

Melhor olhar duas vezes (19)

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Melhor olhar duas vezes (20)

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Melhor olhar duas vezes (21)

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Quem é dona da cabeça? A da direita ou a da esquerda?

Melhor olhar duas vezes (22)

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Melhor olhar duas vezes (23)

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Melhor olhar duas vezes (24)

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Melhor olhar duas vezes (25)

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Melhor olhar duas vezes (26)

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Isso… é… um… ERRO DE SOMBRA, né?!

Melhor olhar duas vezes (27)

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Melhor olhar duas vezes (28)

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Melhor olhar duas vezes (29)

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Melhor olhar duas vezes (30)

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Gato em dobro!

Melhor olhar duas vezes (39)

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Melhor olhar duas vezes (40)

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Eita! o_O

Melhor olhar duas vezes (41)

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Melhor olhar duas vezes (42)

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Melhor olhar duas vezes (50)

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Espero que você tenha se divertido com essas imagens! Valeu!

Melhor olhar duas vezes (49)

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DEZ (ÓTIMOS) FILMES POUCO CONHECIDOS

publicado em cinema por Júlio César do Nascimento
Da comédia de humor negro à boa ficção científica. Dez dicas de ótimos filmes, mas ainda pouco conhecidos (ou talvez esquecidos) pelo grande público.

1. Os Demônios (The Devils, 1971)
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Direção: Ken Russell

 

 

Sinopse: Ambientado durante o violento regime católico que tomava conta da França nos idos de 1631, parte da suposta possessão de uma madre-superiora (Vanessa Redgrave no papel de Sister Jeanne) cujas fantasias sexuais com o mais proeminente padre do vilarejo de Loudon (Urbain Grandier, interpretado por Oliver Reed) resulta num dos mais sangrentos episódios daquela era.
Por que assistir: o filme conta com interpretações magníficas de Redgrave e Reed, e possui ótimas fotografia e direção; além de ser um retrato cru, herege, surreal e perturbador sobre o poderio da Igreja, e das consequências que o ambiente de repressão (principalmente sexual) instaurava na época.
2. O Enigma de Andrômeda (The Andromeda Strain, 1971)
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Direção: Robert Wise

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Sinopse: Um satélite espacial sai de órbita e cai em uma cidadezinha da Terra. Gerada pela colisão, uma bactéria fatal e misteriosa começa a dizimar a população. Uma equipe de cientistas trabalha em um laboratório subterrâneo para encontrar a cura e descobre que apenas uma criança e um bêbado sobreviveram. A ansiedade aumenta, ao mesmo tempo em que os pesquisadores correm para encontrar uma solução, antes que a humanidade seja exterminada. Indicado para os Oscars de montagem e direção de arte.
Por que assistir: sem floreios ou superproduções, esta ficção científica aposta num roteiro mais realista, e nem por isso menos interessante; embora possua um ritmo um pouco mais lento. O clima de tensão se mantém ao longo da película, enquanto os cientistas tentam decifrar o perigo causado pela bactéria. Do mesmo diretor do também sci-fi cult “O Dia Em Que a Terra Parou” (1951).
3. O Espírito da Colmeia (El Espíritu De La Colmena, 1973)
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Direção: Víctor Erice

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Sinopse: As duas pequenas irmãs Ana (Ana Torrent) e Isabel (Isabel Tellería) moram em terras rurais da Espanha, na década de 40. Elas estão determinadas a encontrar a estranha figura de “Frankenstein” que passará pela região.
Por que assistir: delicado drama que mistura realidade e ficção para contar a história de duas irmãs que, apesar das diferenças e de viverem no triste cenário da guerra civil espanhola, ainda mantém vivas a esperança e a fantasia. Cenas tocantes e de beleza singular que representam toda a inocência da infância.
4. O Mundo Por Um Fio (Welt am Draht, 1973)
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Direção: Rainer Werner Fassbinder

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Sinopse: Baseado num romance de Daniel F. Galouye, Welt am Draht é um filme de ficção científica em duas partes, realizado para a televisão. Uma equipe de cientistas criou um modelo que permite simular o modo como a sociedade se desenvolverá no futuro: os seus membros são bonecos vivos, inspirados em pessoas reais. O chefe da equipe de cientistas, assustado com o que fizera, suicida-se, e o seu assistente começa a investigar o caso, mas acaba caindo no meio de uma teia conspiratória.
Por que assistir: roteiro brilhante, complexo e instigante; e uma direção segura do mestre Fassbinder. Apesar de longo, a história funciona e prende o espectador. Após assistir a este filme, percebe-se toda a influência que ele causou em produções posteriores, como Matrix, por exemplo. Sci-fi obrigatório!
5. Atrás do Vidro (Tras el Cristal, 1987)
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Direção: Agustí Villaronga
Sinopse: Um doutor nazista, qu

tras el cristal.pnge tinha um fetiche por jovens garotos, sente-se culpado após torturar e assassinar sua última vítima e se joga de um telhado. Alguns anos mais tarde, o doutor, confinado em um pulmão de aço, aceita como enfermeiro um garoto que secretamente testemunhou aquele assassinato.
Por que assistir: filme banido em diversos países por suas cenas fortes e pelo tema pesado. Não obstante, é uma película perturbadora que mantém todo o clima de claustrofobia e terror que o desenrolar da história propõe. Também conhecido no Brasil como “Prisão de Cristal”.
6. A Incrível Verdade (The Unbelievable Truth, 1989)
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Direção: Hal Hartley

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Sinopse: O ex-condenado Josh Hutton foi acusado a 15 anos de prisão por haver matado a namorada e o pai dela. A princípio, Vic quer manter a filha bem longe de Josh, mas muda de ideia ao descobrir que uma relação humana pode ter semelhanças com uma transação capitalista.
Por que assistir: trata-se de um romance adulto com diálogos bem escritos e boa química entre os protagonistas. O longa tem um pouco da influência dos primeiros filmes do diretor Jean-Luc Godard. Do mesmo diretor de “Confiança” (Trust, 1990).
7. O Sétimo Continente (Der Siebente Kontinent, 1989)
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Direção: Michael Haneke

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Sinopse: Georg e sua esposa Anna percebem o quanto suas vidas são isoladas e monótonas quando sua filha Eva, em uma tentativa desesperada para conseguir atenção, passa a fingir estar cega. A família decide então alterar sua realidade e mudar para a Austrália.
Por que assistir: um dos primeiros filmes do diretor austríaco (duplamente Palma de Ouro por “A Fita Branca” e “Amour”), o longa é um soco no estômago que mostra o esvaziamento do afeto familiar causado pela monotonia e pelo individualismo. As cenas repetidas do cotidiano da família utilizadas no filme são, portanto, propositais para criar esse sentimento de angústia. O continente australiano serve de metáfora da tentativa de fuga daqueles peronagens para outro lugar, outra realidade. Pungente e depressivo ao melhor estilo Haneke.
8. Aconteceu Perto da Sua Casa (C’est Arrivé près de Chez Vous, 1992)
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Direção: Rémy Belvaux, André Bonzel, Benoît Poelvoorde


Sinopse: Uma equipe de filmagem segue um ladrão e serial killer enquanto realiza seus crimes. Aos poucos, ele começa a envolver o time em suas atividades, e eles começam a se perguntar se o que eles estão fazendo é mesmo uma boa idéia.
Por que assistir: se você gosta de humor negro, mas beeeem extremo mesmo, não pode deixar de assistir! Impossível não soltar umas risadas diante das cenas absurdas, que mostram o modus operandi do protagonista, tratadas como se fossem a coisa mais natural possível. Roteiro original e deliciosamente perverso, e as filmagens em preto e branco fazem deste falso documentário belga uma pequena obra-prima para os amantes do gênero.
9. Following (Following, 1999)
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Direção: Christopher Nolan

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Sinopse: A história narra as desventuras de um jovem escritor que, mentalmente instável, vaga pelas ruas seguindo pessoas pouco convencionais em busca de material bruto para sua escrita. Em uma destas perseguições depara-se com um ladrão e golpista de segundo escalão que o convence a participar de seus assaltos. O escritor, fascinado com o universo apresentado, tomando-o por mais real que qualquer um de seus contos ou que a própria realidade, entrega-se a este mundo.
Por que assistir: Christopher Nolan (Amnésia, Inception, Trilogia Batman) explodindo mentes desde o primeiro longa-metragem (embora o filme tenha apenas 69 minutos). A história não-linear e o clima noir fazem com que gastemos um pouco de massa cinzenta para entender o que está acontecendo, além do seu desfecho surpreendente. Uma curiosidade: na porta de um dos apartamentos mostrados no filme, há o símbolo do Homem-Morcego. Coincidência?
10. Paraíso: Fé (Paradies: Glaube, 2012)
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Direção: Ulrich Seidl

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Sinopse: Anna Maria, uma mulher de mais ou menos 50 anos e que vive sozinha, dedica seu tempo livre fazendo obras missionárias para que, segundo ela, a Áustria possa voltar para o caminho da virtude. Em sua peregrinação diária por Viena, ela anda de porta em porta, carregando uma estátua da Virgem Maria. Quando seu marido, um muçulmano egípcio confinado a uma cadeira de rodas, chega em casa depois de anos de ausência, a vida dela vira de cabeça para baixo.
Por que assistir: parte de uma trilogia denominada “Paraíso”, o filme trata das consequências do fanatismo religioso, trazendo uma personagem totalmente alienada e psicologicamente perturbada, que tenta encontrar na missão/pregação religiosa uma tentativa de dar sentido à sua condição de vida atual, bem como de aplacar seu desejo sexual. Câmeras bem pontuadas mostram cenas incômodas, que dão margem a momentos de humor negro.
Obs: o autor limitou-se a filmes lançados a partir da década de setenta.

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Qual a importância da Manutenção Preventiva em computadores ?

A resposta para a pergunta acima é bem fácil , pois é uma questão de tempo e dinheiro.

Um pesquisa recente da empresa de Anti Vírus AVG revelou que o usuário “perde” o equivalente a 5 dias em um mês caso

o seu computador esteja lento ou travando.

Os motivos podem ser dos mais variados porém alguns deles como muitos acham não necessitam de uma formatação realizada por um técnico ou uma troca de equipamentos o que acarretará custos em ambos os casos tanto no caso da formatação ou na substituição de periféricos.

No curso veremos que um pincel , uma borracha , um bom antivírus alguns programas Free que podem ser baixados da internet podem prevenir grande parte dos problemas.

Mas se o problema já ocorreu , em alguns casos é recomendável procurar um “TÉCNICO ESPECIALIZADO”  para não piorar a situação .

Pela minha experiência como Técnico percebo que quando as pessoas me procuraram é porque o computador não liga mais ou ficou tão lento que nem para acessar mais a internet.

Ou seja devemos fazer a manutenção PREVENTIVA para para não precisar de manutenção CORRETIVA que quer dizer desperdício de tempo e dinheiro.

 

Um forte abraço

 

Professor Rogério Barbosa

Audiência pública discute futuro dos games no Brasil

Jogando video game

 

Menor carga tributária sobre consoles e títulos e incentivo aos desenvolvedores. Estes serão os dois principais pontos discutidos na audiência pública sobre o setor de games no Brasil, agendada para o dia 27 de maio, em Brasília. As prioridades foram destacadas pelo presidente da Associação Comercial, Industrial e Cultural de Games (ACIGAMES), Moacyr Alves Junior.
“A importância dessa audiência, que é pública e todo mundo pode participar, é suprema para o desenvolvimento dos games no Brasil. Faz quatro anos que estamos esperando por uma oportunidade como essa”, comemora Moacyr, em entrevista ao Canaltech.
A audiência é um pedido antigo da ACIGAMES e foi requerido pelas deputadas Luciana Santos (PCdoB – PE) e Alice Portugal (PCdoB – BA). Já estão inscritos para a reunião o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Célio Campolina Diniz; o secretário de Economia Criativa do Ministério da Cultura, Marcos André Rodrigues de Carvalho; o diretor do Departamento de Indústria, Ciência e Tecnologia da Secretaria de Telecomunicações, José Gustavo Gontijo; os criadores do game Galinha Pintadinha, Marco Luporini e Juliano Prado; o presidente do Porto Digital, Parque Tecnológico de Tecnologia da Informação e Comunicação e Economia Criativa, Francisco Saboya; a diretora geral da divisão brasileira da Apple, Paula Bellizia; e um representante da loja virtual Google Play.
O texto do projeto cita o Brasil como o 4º maior mercado de jogos digitais do mundo e números expressivos, a exemplo da movimentação de R$ 5,3 bilhões em 2012 e crescimento de 38% em 2013 e contabiliza o alto número de usuários brasileiros, 35 milhões, que possuem games em tablets e smartphones.
Mesmo com um mercado tão aquecido e desenvolvedores criativos, espalhados em 73 mil empresas da área de Tecnologia da Informação no País, o projeto lembra da falta de investimentos para que o Brasil não seja apenas um grande consumidor, mas também um grande produtor de games.
“Este cenário precisa observar a necessidade de diminuição da defasagem tecnológica entre o Brasil e outros países, considerando a necessidade de fomento e marco regulatório para este setor recente da economia nacional”, observa o texto do projeto.
Além do fomento e da queda de tributos, o setor também carece de regras que possam enquadrar melhor o que é permitido ou não. “É essa audiência que pode regulamentar o mercado”, projeta Moacyr.
A audiência acontece no Plenário 13 da Câmara dos Deputados e qualquer pessoa pode participar. Para confirmar presença, basta enviar e-mail para cctci.decom@camara.leg.br ou fax para (61) 3216-6459/65/66.

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Brasil tem cerca 100 mil vagas abertas para desenvolvedores de jogos

É o que garante o desenvolvedor Edward Silva Filho, na Campus Party
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Edward Silva em palestra na Campus Party (Foto: Divulgação/Lucas Conrado)
Edward Silva Filho em palestra na Campus Party (Foto: Divulgação/Lucas Conrado)
Existem em todo o Brasil, hoje, cerca de 300 produtoras de games, dedicadas a diversas plataformas. O número é surpreendente, mas poderia ser ainda maior. De acordo com o desenvolvedor Edward Silva Filho, que deu uma palestra sobre o tema na Campus Party, o Brasil sofre um déficit de desenvolvedores de jogos, com cerca de 100 mil vagas disponíveis. E a demanda nos próximos anos só vai aumentar.
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O trabalho de desenvolvimento de jogos no Brasil é muito diferente dos grandes centros produtores, como Estados Unidos e Japão. “Nesses países, a produção de jogos funciona como uma linha de produção. Uma pessoa fica responsável pela arte, outra pelos efeitos sonoros, um terceiro, pela física do game e por aí vai”, comenta Edward. Aqui no Brasil, existem basicamente duas funções para quem quer criar jogos: level designer e programador.

O level designer acumula, sozinho, diversas funções desempenhadas por pessoas diferentes no exterior. Ele é responsável pelo modelamento, captura de movimento, mapeamento e até pela textura dos jogos. O programador é responsável por pegar todos os elementos e encaixar na Engine, a plataforma que faz o jogo funcionar. “A criação de um game dura pelo menos seis meses. São várias noites em claro para a criação. E não são todos que estão dispostos a passar por isso”, explica Edward. Ele conta que essa é a maior causa do déficit de profissionais na área, a falta de dedicação.
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Aqueles que têm vontade de entrar no mercado, dependendo da produtora onde vão trabalhar, recebem um salário inicial de, aproximadamente, R$ 5 mil. Apesar de não ser obrigatória formação superior, uma graduação nas áreas de Sistemas da Informação, Ciências da Computação ou mesmo em Design Digital podem ajudar bastante. Mas não basta o diploma universitário. “A faculdade dá uma boa base, mas é preciso muito esforço do interessado. Ele deve correr atrás de cursos técnicos ou mesmo tutoriais na internet para se aprimorar na área”, destaca Edward.

Uma dica que ele dá para quem quer entrar na área é aprimorar o que já sabe fazer é: “Se você sabe programar, se aperfeiçoe nessa área, que vai chamar atenção. Se é melhor fazendo o design do game, invista nisso”.

Portfólio abre portas

Ao contrário do que muita gente imagina, não é preciso estar num grande centro urbano, como São Paulo ou Rio de Janeiro, para entrar no mercado de games. “Muitas das principais produtoras de jogos do Brasil estão no Norte, Nordeste e Sul”, destaca, Edward. Isso sem contar com os desenvolvedores independentes. “O lugar onde você tem mais chances de aparecer é em casa”, conta.

Ele conta que a melhor forma de se conseguir um emprego é criar um portfólio próprio. “Não precisa fazer um jogo complexo, mas se fizer uma animação legal, um movimento de câmera bacana ou um jogo interessante, já consegue uma boa visibilidade”, conta. O melhor currículo que um desenvolvedor de jogos pode ter, mesmo sem emprego, é mostrar aqueles que já foram publicados.

Até poucos anos atrás, era muito difícil vender um jogo feito em casa. O desenvolvedor precisava de um distribuidor, que levaria os games para as lojas físicas, só assim entrava no mercado. Hoje em dia, existem diversos serviços na internet onde é possível vender os games.

“O site fica com um percentual da venda do jogo, 10% ou 15% do valor arrecadado”, conta. Além da distribuição, o desenvolvimento do jogo é mais fácil. “Há alguns anos, para você ter acesso a uma das principais ferramentas de desenvolvimento de jogos, você pagava uma licença que variava de 10 mil a 1 milhão de dólares. Hoje, elas são gratuitas”, conta o desenvolvedor. Assim como os sites de distribuição de games, as produtoras dessas ferramentas ganham uma porcentagem da venda dos jogos, deixando a maior parte do lucro na mão do criador.

Para ter um sucesso comercial maior, Edward diz que o desenvolvedor deve apostar em várias áreas. “Hoje, a distribuição de jogos para consoles, como o XBox, PlayStation e Wii ainda é paga, mas para computadores, celulares e internet é totalmente gratuita”. Os celulares, inclusive, deverão ter um grande crescimento nos próximos anos.

“Quando jogo um game no computador ou videogame, tenho que parar tudo para fazer aquilo. No celular, não. Posso jogar no ônibus, no avião, na fila do supermercado”, comenta Edward. Esses jogos, inclusive, são mais rápidos e dinâmicos, agradando a jogadores casuais. Por isso, ele aposta que os jogos para essa plataforma farão ainda mais sucesso nos próximos anos. “No segundo semestre, teremos celulares com um novo processador que rodará gráficos semelhantes aos dos consoles da nova geração”, revela Edward. Se a demanda para jogos no celular já é grande, com as novas gerações será ainda maior.

fonte:www.redeglobo@redeglobo.com.br